segunda-feira, 13 de maio de 2013

CONTINUAR A ABOLIÇÃO

Abolir é libertar, emancipar, livrar. Há 125 anos era assinada a famosa “Lei Áurea”, a da Abolição da Escravatura, que acabou oficialmente com a servidão no Brasil. Mas isso não significou, até hoje, a plena libertação do povo que, recebendo “três pés” – pau, pano e pão -, ajudou a construir o Brasil. Segundo o historiador Joel Rufino dos Santos, “ negro é uma invenção do branco, uma prisão em que a civilização capitalista moderna trancou os africanos e os afrodescendentes”.
O primeiro movimento do racismo é dividir a humanidade, criação divina na igualdade e na diversidade de culturas, em “raças”. Discriminação, exploração e diferença de oportunidades ainda existem na sociedade brasileira, e precisam ser combatidas cotidianamente. Somos todos iguais!
Chico Alencar, auto de BR-500, um guia para a redescoberta do Brasil, Editora Vozes.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

MEIA, MEIA

Tapa na "oreia". Parabéns ou  paramaus, felicidades Maringá!

domingo, 16 de dezembro de 2012

MOROSIDADE

" O problema no Brasil é que tem muitos recursos e o processo eterniza. Tem que ter direiro de entrar; de recorrer; mas todo mundo é contra morosidade. A morosidade da Justiça deve interessar a alguém. O processo é um jogo. Quem está ganhando quer que acabe logo. Quem está perdendo, quer estender".
Cármen Lúcia - Ministra do STF e presidente do TSE.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DINHEIRO

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Muito show o vídeo do HSBC. Neste tempo de eleições, que os pleiteantes ao cargo mor do município, quando eleitos, ajam com mais humanidade, responsabilidade e seriedade...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

PRERROGATIVAS



Dia desses, uma amiga de uma cidade vizinha, disse: - Ganhei 400 reais dos trouxas nesta eleição. Peguei cenhão de um, cenhão de outro e embolsei 400tão. Só não peguei mais porque estava com uma gripe muito forte que não conseguia sair de casa... Prometi votar em quatro candidatos e votei apenas em um.

E ria às gargalhadas.

Interessante o posicionamento de alguns políticos, assim como, do povo também.

Os pleiteantes aos cargos políticos se tornaram seres de carácteres tão vulneráveis que a adesão do eleitor às suas idéias, que deveria ser isentada de ânimos egoístas, dá se por interesses particulares e, na maioria das vezes, sem a devida responsabilidade para com o coletivo.
De dentaduras, óculos, tijolos, telhas, cestas de alimentos, passagem de ônibus para visitar um parente doente, jogo de camisa de futebol a outros mecanismos, os mais absurdos que a ganância possa produzir, constituem moedas de troca do jeito e gosto do freguês/eleitor.
Apenas alguns poucos minutos de fala mansa de um pretendente, claro, com as moedas mencionadas acima, para que sintam, alguns desavisados e despreocupados eleitores, de imediato, carinho e afeto por quem sempre souberam crápula.

Então o caráter tão vulnerável não é apenas dos pleiteantes.

O povo merece o governo que escolhe.

 
Como não somos perfeitos, é também verdadeiro o sentimento de deboche e de indiferença que nutrimos para com aqueles candidatos que não conhecemos – antipatia à primeira vista?

Há respeito sim, não tenho dúvidas, mas o preconceito impera. Sentimos um certo prazer, do alto da nossa arrogância, imaginando que aquele “mané-candidato-qualquer” está perdendo seu tempo em acreditar que as pessoas o consideram melhor do que ele realmente acredita ser. Afinal, todos nos temos em auta conta.

O “mané-candidato-qualquer” carrega, sem dúvida, a certeza de que terá uma votação expressivamente eleitoreira. (Na nossa Verde Cidade Canção, onde apenas 17 pessoas são escolhidas pelo povo, para as cadeiras públicas - 15 vereadores, o prefeito e o vice - boa parte do plantel de mais de 350 pleiteantes, ficou a ver navios).
Então. Estamos falando da pessoa pleiteante à Cadeira Encantada do Dindin Jorrante e Inesgotável, né?

Muitos desses, só porque se encontram naquele carguinho profissional que seus méritos lhe concederam, recebendo um bom ordenado, para fazer exatamente o que a função exige, ou seja, atender às pessoas com atenção e educação, acha-se no direito de candidatar-se como representante da comunidade em que vive.

Tsc, tsc, tsc... Mas até aí, tudo certo. Sem problemas. Democracia é isso. Todos temos os mesmos direitos.

Particularmente, não aprecio o fato das pessoas utilizarem das prerrogativas que lhes conferem os cargos, como se estivessem fazendo favores para o pobre pagador dos impostados impostos. Em algumas e muitas ocasiões, não satisfeitos com o seu status quo, os pleiteantes apropriam-se da função como sobrenome.

Daí, abandonando seus nomes de batismo e atendendo pela função exercida, enfieliram uma miríade de nomes e apelidos cujos significados são a função do sujeito do outro lado da mesa ou balcão:
Josemar Ceneiro, Cidoca Beleireira, Jocar Pinteiro, Jones Crivão, Creonice Cretária, Josefa Xineira, Davi Gia, Robert Orneiro, Policarpo Licial, Éden Genheiro, Jacozin Heiro, Jaime Cânico, Marco Retor, Matin Tureiro, Jocafe Irante, Edgar Çon, Evelize Ladora, Jacinto Cador e muitos outros representantes das diversas categorias profissionais.

Queria ver se tal profusão de candidatos seria a mesma, ao convite pra encher uma laje num sábado de sol escaldante ou num domingo de manhã...

sábado, 6 de outubro de 2012

A SORTE ESTÁ LANÇADA

Pois é! Justamente eu que nunca na história deste país, votei no PT. Agora, voto para que a mudança continue, e realmente Maringá seja de Toda a Nossa Gente.
Sou do tempo em que o PT era o suprasumo do sumo na mente e no coração de alguns. Dos simpatizantes do PT, claro. O que nunca fui. Nem PT, PQP ou outros...
Quando entrou no poder, o PT mostrou-se exatamente igual a todos.
Ou seja, perdeu a cara de bom moço, se é que realmente tinha. Com isso, consegui ver as pessoas por trás das siglas. Ainda acredito que partidos, quaisquer sejam, não são os vilões. Por exemplo, não é ironia, mas, pra pagar a minha língua, os dois melhores edis que vi na vida, na minha Verde Cidade Canção, são do PT: respectivamente Emerson Nerone e Humberto Henrique. 
 
Ou seja, tanto faz a sigla. As arapucas para ludibriar o cidadão estão guardadas na massa encefálica alijada na calota craniana de seres sem escrúpulos, montadas na calada da noite, a bel prazer, traição e descendência de Caim.
Por falar em Caim, é daí que vem a síndrome, a qual, jamais nos livraremos: nossa pecaminosa natureza de avaliar tudo através do mecanismo conhecido com um peso e duas medidas. Essa natureza implícita, pressupõe-se, tende a se intensificar no nosso supostamente democrático país de decisões monocráticas.

Regozigemo-nos todos os filhos de Deus, pois fomos dotados com um super poder na ponta dos dedos, onde podemos - se o produto alijado nas helices do ventilador exalar desagradável e fétido odor - daqui quatro anos, consertar a lambança de tão desajustada balança.

Avante Brasil!

Independende de quem venha a se sentar na cadeira mor, de escancaradas e jorrantes gavetas, teremos que acordar bem cedo todos os dias e lascar a enxada na terra para que no prato de nossas famílias não falte o arroz.

Alea Jacta Est.